O blog de leitura
Através deste blog, gostaria de compartilhar as minhas histórias com pessoas de perto e de longe. Escrevo sobre as minhas vivências, sobre as coisas que vejo e imagino. Obrigado por apareceres.
O meu sonho
O meu sonho é fazer um livro e esta
ideia surgiu numa atividade chamada "Escrita Criativa" onde já ando há 2 anos. A
atividade realiza-se na APPC do Porto e aí é que me veio a ideia de aproveitar
os textos que eu faço na atividade e também em casa. Quero mostrar às pessoas o
meu esforço de escrever o que me passa pela cabeça mas não é fácil transmitir o que quero dizer às pessoas no
dia-a-dia mas é mais fácil escrever e é por isso que quero fazer um
livro e colocar estes textos que eu faço com muita vontade e muito amor.
Agradeço à minha família e amigos o apoio que me dão para seguir adiante com
esta ideia e é por eles que criei o blog, para mostrar o meu trabalho que faço e
poder saber se gostam dos textos que vou colocando.

Os Animais também sentem
Eu, em pequena sempre tive animais, um peixe, um rato chinês, gatos, cães, um coelho e periquitos. Hoje ainda tenho o Neco, que é o papagaio e o Zequinha que é o meu cão favorito.
O gosto pelos animais, já vem de família, do tempo dos meus avós e tios. Sempre tiveram vacas, burros, cabras, ovelhas, porcos, galinhas, patos, coelhos, gatos e cães.
Com o passar dos anos, alguns dos meus familiares vieram para a cidade trabalhar, não podendo trazer os seus animais.
Ainda tenho tios na aldeia, que não podem trabalhar devido a questões de saúde, como tal ainda têm cães e gatos para companhia.
Na cidade a vida não é fácil para quem quer ter animais, porque a maioria das pessoas vive em apartamentos, e nas ruas veem-se muitos abandonados, sem comida, obrigados a sobreviver a inúmeros perigos, inclusive aos próprios humanos.
Muitos dos animais vão para 0 canil, até encontrarem um novo dono.
Os animais na cidade não são tão livres como os do campo, alguns são felizes mas vivem em espaços mais pequenos e apesar de terem o carinho dos donos, estes nem sempre têm tempo para estar com eles.
O meu Zequinha veio comigo da aldeia dos meus avós onde nasceu, era bebé e veio ao meu colo toda a viagem. Quando chegamos a casa, já lhe tínhamos comprado tudo o que ele precisava.
Na primeira semana ele chorava, sentia a falta da sua mãe e irmãos, mas depois adaptou-se muito bem. Foi uma alegria para mim, uma excelente companhia apesar de ter feito muitas asneiras como todos os cães bebés: roía o calçado, os puxadores dos móveis, os meus brinquedos e fazia xixi onde lhe apetecia.
Quando começou a crescer, parou de roer as coisas, foram muitas as caminhadas para o ensinar a fazer as necessidades lá fora, demorou o seu tempo mas lá aprendeu.
O Zequinha é muito apegado a nós, infelizmente ficou diabético e cego, tem de levar insulina todos os dias e sou eu quem passa mais tempo com ele.
A sua condição de saúde tornou-o mais dependente, mas também mais inteligente pois até sente quando necessita da sua medicação.
O Zequinha tornou-se a minha companhia, o meu amigo de coração que sabe quando estou triste e mantém-se ao meu lado para me ver feliz.
Peço às pessoas para tratarem bem os animais porque são a nossa melhor companhia.

O Livro mágico
Nas férias de verão, uma menina chamada Bárbara, foi passar uns dias a casa da avó, que vivia numa pequena aldeia da serra. Quando chegou a casa da avó, ficou admirada ao ver a avó, que já tinha muita idade, a arrumar a casa. A avó logo parou a limpeza, para abraçar a sua neta que já há algum tempo não a via.
A avó levou a Bárbara a pôr as malas no quarto, fizeram um lanche para celebrar a chegada da sua querida neta.
Depois do lanche, a Bárbara começou a ajudar a avó nas limpezas, pediu-lhe para ir limpar o sótão. Enquanto Bárbara arrumava e limpava, encontrou uma caixa com livros em cima do armário.
Pegou na caixa para arrumar os livros na estante e de repente caíram-lhe alguns livros no chão.
A avó preocupada perguntou - está tudo bem?
Sim avó está não me magoei.
Bárbara desceu a escada, pegou num livro e abriu-o...foi como levada para dentro dele, passou a ser a protagonista da história, ficou admirada com as roupas que usavam, com a linguagem e os lugares que via.
Pensou para si...como vou fazer para sair do livro?
Um senhor que por ali passava, perguntou à menina o que estava ali a fazer. Ela admirada ao ouvir o mesmo idioma respondeu - não sei o que me aconteceu, e contou-lhe o sucedido, agora quero sair daqui e não estou a conseguir!
O senhor que era sábio, disse-lhe que para sair do livro, tinha que fazer uma missão, para poder voltar ao seu mundo. O sábio, deu-lhe uma pulseira, ela funcionava como um mapa, também lhe disse que tinha de ir aos quatro mundos, resolver todos os problemas que lá existiam.
Bárbara ficou preocupada, por não conseguir voltar a sua casa, e não poder ver mais a sua família, mas logo se pôs a caminho, e fez uma longa viagem para chegar ao primeiro portal do primeiro mundo.
Quando chegou viu uma multidão a querer entrar, os seguranças que estavam ali a vigiar, só deixavam entrar um grupo de seis pessoas. A Bárbara antes de entrar, perguntou a cinco jovens se queriam entrar no grupo dela. Responderam sim, nesse grupo havia um médico, um mágico, um cozinheiro, um príncipe e um lutador de artes marciais. Bárbara ficou muito feliz com os seus novos companheiros.
Juntos, entraram no primeiro portal, que era um mundo de dinossauros, o objetivo era livrarem-se dos dinossauros, para terem passagem para o outro portal, mas havia mais grupos a querer conquistar terreno.
Como tinham no grupo um lutador de artes marciais, foi uma mais valia para conseguirem passar, e assim, ganharam terreno.
Bárbara com o seu mapa, encontrou o próximo portal, que dava entrada para o mundo das pirâmides. O desafio era passar para além, mas era difícil, estava muito vento, a areia tapava-lhes a visão. Então pensaram em usar o poder mágico, que era afastar a areia para passarem, e assim conseguiram mais um portal.
A caminhada continuava, para o próximo portal, que era a entrada para o mundo das grutas, onde se encontravam os reis presos. Entraram e percorreram quase todas elas, estava a ser difícil, mas de repente ouviram sons...seguiram até que os encontraram. Quando chegaram viram que estavam presos, feridos e fracos. O príncipe, quando viu o estado em que os pais se encontravam, pediu ajuda a todos os amigos, ao médico para os tratar e ao cozinheiro para fazer uma boa comida, todos ajudaram.
Quando já se encontravam com forças, prepararam-se e seguiram viagem, para alcançar o último portal do mundo dos reis.
Nesta viagem tiveram algumas dificuldades, os inimigos ainda os perseguiam. Bárbara viu no mapa um caminho difícil para o inimigo, assim seguiram. Enquanto caminhavam, Bárbara pediu ao amigo mágico para enviar uma carta ao castelo, a informar que estavam a caminho.
Quando chegaram ao portal do reino, todos os que aí habitavam, vieram recebê-los com uma escolta. Os reis e os amigos do príncipe, ficaram muito agradecidos pelo carinho com que foram recebidos.
Os reis fizeram uma audiência para agradecer a Bárbara e aos seus companheiros por terem salvo e acompanhado ao castelo.
E assim, Bárbara cumpriu a sua missão, o rei disse-lhe que para voltar ao seu mundo, bastava carregar no botão da pulseira. Mas Bárbara estava cansada, pediu aos reis para passar lá essa noite.
Os reis ficaram contentes, assim teriam oportunidade de prestar uma homenagem a todo o grupo, fizeram um grande jantar. Os reis ofereceram uma medalha a cada um deles, com o símbolo do reino e foi uma noite muito feliz para todos. Com toda esta alegria, despediram-se e foram descansar.
Bárbara levantou-se cedo para regressar a casa da avó e ao seu mundo e fez o que o reis lhes tinham dito, que para regressar a casa bastava clicar no botão da pulseira e assim ela fez.
Logo que saiu os portões do castelo, clicou no botão e regressou ao local onde tudo aconteceu. Bárbara ainda não acreditava que já estava em casa, pensou - será que estou a sonhar?
Mas naquele instante ouviu a voz da avó e rapidamente desceu as escadas e foi abraçá-la. Sentaram-se no sofá e Bárbara começou a contar tudo o que lhe tinha acontecido, a avó foi fazer um chá para acalmar a neta de todo o entusiasmo.
Passados alguns dias, as férias estavam a chegar ao fim, Bárbara preparou as malas, subiu ao sótão para levar com ela o livro mágico.
Chegou o dia dos pais a virem buscar, mas antes de partirem fizeram um almoço de família para a despedida.
A hora chegou, enquanto Bárbara se despedia da avó, dizia-lhe que foram as melhores férias que passou e que ia pedir aos pais para regressar mais vezes.
Entraram no carro e abriu o livro, encontrou a pulseira e a medalha, colocou-as e logo os pais lhe perguntaram- quem te ofereceu?
Bárbara contou-lhe tudo, depois começou a desfolhar o livro e novamente encontrou uma maneira de entrar nele, para visitar os amigos e percorrer novas missões. Quando chegou a casa, foi para o seu quarto, carregou no botão da pulseira e logo se transportou ao castelo. Os reis e seus amigos ficaram muito felizes por novamente verem a Bárbara. Pediram-lhe a ela e aos seus amigos para deixarem uma mensagem nas entradas de cada portal. Bárbara ficou muito feliz, por poder entrar e sair do livro todas as vezes que lhe apetecesse, assim já poderia contar aos amigos da escola todas as aventuras do seu livro mágico.

João e o seu boneco de madeira
João já com idade avançada, estava muito só e abandonado.
Um dia, quando estava a dormir, sonhou com o seu filho que já tinha morrido. Quando acordou foi cortar lenha à floresta para trazer para casa, estava a colocá-la no armazém e lembrou-se que com os paus da lenha podia construir um boneco, parecido com o seu filho. Então começou a construí-lo.
Quando acabou de o construir, colocou-o no quarto que era do seu filho, o João todos os dias ia ao quarto trocar a roupa do boneco.
Num certo dia, estava a trocá-lo e ele mexeu-se. João ficou surpreendido com o que estava a acontecer, de repente o boneco deu um salto para o chão e começou a andar de gatas, ele ficou tão feliz e começou a falar com o boneco. Deu-lhe o nome de Pinóquio e ele ficou tão alegre que levantou-se. O João levou-o para a cozinha para tomarem o pequeno almoço. O Pinóquio adorou aquilo que comeu, o João perguntou-lhe o que querias fazer? Pinóquio respondeu, quero conhecer os teus amigos, sim levo-te. João convidou os amigos para um picnic no parque da cidade, pegou no Pinóquio e pô-lo no cesto da bicicleta e lá foram eles para o parque.
Quando os amigos chegaram, eles já tinham o lanche na mesa, enquanto lanchavam falavam entre si admirados,alguns muito assustados, outros chocados, e alguns deles curiosos por verem o filho do amigo diferente de todos. Perguntaram-lhe: "Porque o teu filho tem o nariz grande? e não é como os outros? e se cair desmonta-se todo ? "
João respondeu, o meu filho é especial porque fui eu que o fiz. Os amigos ficaram de boca aberta, então porque é diferente de todos nós? João contou-lhes toda a história, e todos ficaram muito felizes pelo carinho que ele sentia pelo seu filho. Pinóquio sentiu-se incomodado com tudo aquilo que ouviu...o seu pensamento foi cercado por questões. No regresso a casa, não hesitou em questionar o pai sobre as dúvidas que tanto o incomodavam. O pai tirou-lhe todas as suas dúvidas, e assim, Pinóquio ficou liberto de todos aqueles pensamentos.
Quando Pinóquio fez os seus 6 anos de idade, foi para a escola, no primeiro dia de aulas foi apresentado aos colegas de turma, Pinóquio sentiu-se emocionado, por estar no meio de tantos meninos e meninas da mesma idade. A professora pediu ao Pinóquio para escrever o seu nome no quadro, e todos os meninos lhe deram as boas vindas. Passados alguns dias, alguns colegas começaram-lhes a fazer perguntas, uns a empurrá-lo, outros rasgavam-lhe os cadernos e até alguns livros e até o colocaram de parte.
Na turma havia uma menina que tinha uma deficiência motora, como ela também era diferente, compreendeu como Pinóquio estava a sentir-se triste.
Rita que era o nome dessa menina, aproximou se de Pinóquio, para o confortar, ela também lhe contou que passou por tudo o que ele estava a passar e ele respondeu, Rita juntos vamos ser mais fortes.
Daí para a frente, pediram à professora para ficarem na mesma secretária, e o mais próximo da professora para se apoiarem um ao outro, ela aceitou.
Pinóquio contou ao seu pai o que estava a acontecer na escola, mas disse ao pai - não te preocupes, na turma tenho uma amiga, que também é diferente dos outros colegas, nós apoiamo-nos e assim vencemos as diferenças, porque o mundo é feito de pessoas diferentes. O pai, ao ouvir estas palavras, ficou confortado e foi à escola falar com a professora, pediu para um auxiliar vigiar à hora do recreio, para não acontecer nada de grave.
Os anos foram passando, e a turma começou a conviver com ele. Quando chegou a idade de ir para a faculdade as mesmas questões do passado, voltaram porque nem toda a turma o acompanhou, mas a Rita continuou ao seu lado.
Pinóquio já não ficava triste, pelo que diziam dele, porque conseguiu ultrapassar essas diferenças, quando era criança. Na faculdade, podem fazer vários cursos, o Pinóquio, estava com dúvidas, qual o curso que queria seguir. Então escolheu vários, mas o que ele mais gostou, foi o de trabalhos manuais, e de línguas. A sua amiga Rita escolheu o mesmo.
Depois de alguns anos, acabaram os estudos, com algumas dificuldades. O pai ficou muito feliz porque o filho conseguiu acabar os cursos. Então, começou a procurar emprego, na área dos cursos.
Encontrou uma vaga como professor, na escola primária que ele frequentou, ficou muito feliz, e a sua amiga também.
Os alunos gostavam de ter aulas com o professor Pinóquio, porque ele era diferente, e muito simpático e divertido.
Pinóquio quis deixar uma mensagem para o mundo - "meus, amigos e amigas, quero dizer-vos, que não é por sermos diferentes que não conseguimos, mas sim todos nós, lutando, conseguimos concretizar os nossos sonhos, não desistam

Heidi e uma nova vida
Um dia uma menina chamada Heidi foi levada pela sua tia para casa do seu avô nas montanhas. Mas ela não queria ir, a tia levou-a à força quando chegaram a casa do avô, Heidi ficou com medo porque era a primeira vez que o via. O avô e a tia discutiram, Heidi saiu para a rua, a tia foi a correr e deu-lhe um beijo, pediu para se portar bem. A tia teve que ir trabalhar. O avô chamou Heidi para vir comer alguma coisa e para ela ver o seu quarto. Quando ela entrou ficou encantada tinha uma janela com vista para a montanha que tornava o quarto uma beleza. Heidi adormecera na cama de palha e teve sonhos encantadores no dia seguinte quando acordou foi à janela viu a montanha toda branca ficou surpreendida porque nunca tinha visto nada igual. Foi ter com o avô e perguntou-lhe o porquê de a montanha estar toda branca. O avô disse que era do frio, no inverno cai sempre neve. Heidi conheceu um amigo que tomava conta de ovelhas que se chama Pedro tiveram muitas aventuras. Passou um mês, Heidi fez amizade com os habitantes da vila e começou a ir á escola com o Pedro, um dia conheceu uma família que tinha uma menina com problemas para caminhar chamada Clara. Encontraram-se na rua quando o Pedro e a Heidi estavam a ir de regresso da escola para casa, essa família perguntou-lhes onde eles moravam, a Heidi disse que morava com o avô na montanha e o Pedro era pastor. Clara perguntou se os podia acompanhar para ir para a escola eles responderam que sim: "amanhã passamos pela tua casa para irmos juntos". Assim aconteceu ! Um dia veio uma nova professora para dar aulas de pintura, música e dança, eles os três estavam muito curiosos porque era a primeira vez que iriam ter essas aulas que para eles foi uma alegria. No dia do aniversário da Clara a sua família fez uma festa e convidou os amigos e o avô da Heidi. Clara, Pedro e Heidi tinham uma surpresa era uma dança criada por eles com ajuda da professora no fim os três fizeram uma roda dando as mãos, Clara conseguiu levantar-se e começaram os três a caminhar. Pedro e Heidi soltaram as mãos da Clara e ela conseguiu caminhar sozinha até junto da família todos ficaram muitos felizes. Heidi ficou feliz de viver com o avô na montanha, a tia quando podia ia visitá-la e ficou feliz por vê-la feliz.

Uma rapariga
Uma rapariga chamada Pocahontas era indiana
e morava numa tenda. Todos da família gostavam de fazer festas e numa dessas
festas ela ficou noiva, o seu pai era o líder do grupo dos índios e escolheu um rapaz para seu braço direito. Pocahontas não gostava dele,
por isso fugiu para o seu lugar favorito, esse lugar tinha muitas arvores que
contavam as histórias da floresta. Pocahontas adorava cantar. No outro lado do
oceano, estava a cidade, um grupo de navegadores que iam embarcar para descobrirem
outras partes do mundo para encontrarem ouro, nesse barco estava um rapaz chamado John Smith.
Quando os restantes perceberam que
ele estava do lado dos Índios, foi esfaqueado pelo capitão do barco. Pocahontas
levou John para casa, mas o pai dela recusou. Por isso pediu ajuda ao seu avô,
o mais antigo do grupo, que tratou dele.
Passado algum tempo ela falou com o
pai, explicou que tinha curiosidade em conhecer a cidade, que pertencia ao John
Smith. Assim aconteceu, embarcou num barco, sempre a cantar a melodia com o
vento. Quando chegou lá, ficou assustada, com os costumes e hábitos de vida da quele povo, era para ela totalmente desconhecido.
John apresentou Pocahontas à família,
ela ficou feliz, casaram-se e tiveram dois filhos. Os filhos cresceram na
cidade e com 10 anos foram conhecer a índia, o grupo que fazia parte também da
sua família. Os seus filhos reagiram mal quando viram pessoas diferentes, de
outra cor. A sua mãe explicou que somos todos iguais! Não é a cor que
caracteriza quem nós somos, o coração prevalece.
O pai de Pocahontas disse: "querem
ficar cá?" Eles responderam: "alguns dias, depois decidimos se gostamos ou
não..." John regressou à cidade, tinha que ir trabalhar. Ele era o comandante da
Rainha. A Rainha pediu para conhecer a sua amada e os seus filhos.
Ficou encantada com a forma de ser e
de estar da Pocahontas. Pediu para ela ser a sua dama de companhia.
Organizaram uma festa real, no qual
estavam muitas famílias que tinham grande estatuto social, a Rainha quis
apresentar a sua dama de companhia. Na mesa começaram os burburinhos,
comentavam todos. De repente apareceram, o capitão e os seu camaradas para
matar Pocahontas e a sua família mas John
seu marido protegeu-os a todos e a
rainha pediu aos seus guardas para os prender.
Pocahontas e John e seus filhos tiveram
o apoio das famílias ricas para viverem
na corte eles ficaram felizes que
lutaram e o amor venceu para unir as pessoas .
Os navegadores chegaram ao lugar,
desembarcaram e começaram a procurar o Ouro. Mas John foi de imediato para a
floresta, encontrou uma jovem muito linda e foi tentar falar com ela.
Pocahontas, assuntou-se, foi a primeira vez que viu uma pessoa com pele
branca. John devagar conseguiu aproximar-se
dela, e conversaram durante algum tempo. O capitão no barco decidiu fazer uma
emboscada aos Índios. John disse à Pocahontas: "Eu não sou como eles! Vou te
ajudar."

A Noite de Natal
Era uma vez uma casa muito grande, tinha muitas salas,
nos seus corredores circulava uma família enorme.
Lá fora os jardins eram protegidos por árvores, no outono
as flores davam lugar a um manto de folhas que aí permaneciam até ao inverno,
até decidirem esvoaçar.
Na casa ecoavam conversas e alegria, mas Joana brincava
sozinha, não tinha irmãos. Tinha muita pena de não conseguir brincar com outros
miúdos, como se o espelho fosse o seu único amigo, só sabia estar sozinha.
À noite, Joana adorava ver no espelho o reflexo das
estrelas que brilhavam no céu, como se as estrelas cantassem para ela.
Música: "Brilha, brilha..."
A Joana acordou na manhã seguinte com aquela música no
ouvido, acordou feliz e foi passear.
A música foi a sua companhia.
Joana assobiava enquanto dançava com as folhas que o
Outono lhe ofereceu, até que parou quando ouviu um riso atrás da árvore.
Ali estava sentado um rapaz a desenhar.
Com um enorme entusiasmo Joana sorriu e disse:
Bom dia!
O rapaz respondeu:
Bom dia, como te chamas?
Joana! - Disse ela com muita felicidade.
Eu sou o Manuel - respondeu o rapaz.
Costumo sentar-me aqui, tenho alguma dificuldade em
caminhar por isso adoro vir para este jardim e desenhar.
Joana disse-lhe:
Eu não tenho amigos, gostarias de ser meu amigo?
O rapaz estremece e diz:
Eu também não tenho, sou diferente...se não te importares
com isso, adorava ser teu amigo.
Joana encostou as suas mãos às mãos do seu novo amigo e
disse-lhe.
És igual a mim, e eu sou igual a ti. Somos perfeitos.
Muitos dias depois, chegou o Inverno, e com o frio veio o
Natal.
Naquela casa grande, todos aguardavam ansiosamente a
festa de Natal.
As luzes e os enfeites brilhavam nos copos de cristal, o
salão era gigante e mesa não tinha fim.
Todos se vestiram a rigor e ainda a festa não tinha
começado já se ouvia a primeira música,
todos abriram espaço.
A festa estava animada, tudo a correr lindamente.
Manuel chegou sozinho, rapidamente se fez silêncio. Os
olhares cruzavam-se entre admiração, os comentários ouviam-se ao longo do
salão.
Todos viam um rapaz diferente, fora do normal.
A Joana ficou tão feliz ao ver o seu amigo que nem se
apercebeu daquele envergonhado silêncio.
Os olhos brilhavam como as luzes de Natal, Joana ajudou o
amigo a dançar.
Aquela noite de Natal foi muito especial, para ambos os
amigos.
Manuel confessou que nunca tinha visto um presépio. Joana
segura a mão do amigo e mostra-lhe.
No presépio estavam as figuras de barro, o menino, a
Virgem, São José, a vaca e o burro.
Joana diz ao amigo:
Vês, no presépio também não há diferenças, somos todos
iguais no coração.
Manuel ficou deslumbrado com a sua noite de Natal, pela
primeira vez não se sentiu diferente, sentiu-se especial.
Ambos receberam a melhor prenda que alguém pode oferecer
- a AMIZADE.
Este texto foi realizado para uma peça de teatro no dia de natal na appc do porto.
O crescimento do tarzan
No mar Um Navio ia para a américa, mas houve uma tormenta e o navio começou- se desfazer. Os passageiros ficaram muito assustados, o capitão disse-lhes: tenham calma ponham os coletes e saltem para os barcos salva vidas. Um dos barcos chegou a uma ilha com uma família, essa família fez uma casa em cima da árvore e passaram muitos dias depois do acidente.o pai foi buscar frutas para comerem e a mãe ficou com o bebê em casa quando chegou,passaram umas horas e apareceu um leão e atacou os pais do bebê a mãe antes de morrer escondeu o bebê numa cesta. Ao fim da tarde,andava por ali perto uma família de macacos, ouviu um choro de um bebê, a macaca foi ao encontro do choro e descobriu um bebê num cesto e levou-o para junto de sua família pôs-lhe o nome de tarzan ele cresceu como um macaco . Um dia apareceram umas pessoas na ilha e o tarzan ficou muito admirado foi avisar a família que viu estranhos na ilha .os macacos foram todos ver os estranhos e queriam atacá-los, mas tarzan não deixou porque olhou para eles e ele era igual. O leão já estava quase ataca-los, mas tarzan confrontou-o e ganhou a batalha, a jovem agradeceu mas tarzan não sabia falar mas ela pediu a mão e ensinou-o a escrever com o dedo e tarzan aprendeu rápido, passado algum tempo ele já falava muito bem, ficaram amigos e juntos fizeram muitas aventuras. Passou um mês e tarzan pediu a mão da jovem chamada clara em casamento, clara ficou feliz e aceitou casar-se com tarzan e ficaram a viver na ilha vivem felizes e tiveram gêmeos e todos os macacos ficaram felizes e a ilha voltou a ser como era de antes em harmonia.

O sonho do dartacão
Um jovem chamado dartacão, queria proteger o seu país. Quando fez 18 anos despediu-se dos pais, para ir ao encontro do capitão.ele levava uma carta para entregar ao capitão de trevil. No caminho foi assaltado por uma pessoa com bigode preto, que lhe roubou a carta e a espada.quando dartacão chegou ao destino foi tentar comprar outra espada, mas não tinha muito dinheiro,não sabia como fazer! encontrou uma linda rapariga na loja: ele ficou tão alegre que autocar nas espadas todas caíram para o chão, a rapariga ajudou-o a apanhar e a escolher uma para lhe oferecer. Dartacão ficou muito feliz e disse-lhe quando precisares de ajuda é só chamares-me,vou ser um mosqueteiro da rainha.
O dartacão seguiu viagem para falar com o capitão de trevil mas quando chegou os guardas não o deixaram entrar, mas ele teve uma ideia quando os guardas estavam a falar com o cocheiro sem que eles dessem conta ele entrou. quando foi para falar com o capitão trevil ele estava ocupado, com uma senhora que queria que seu filho entrasse para ser mosqueteiro, mas trevil respondeu-lhe que não. Dartacão foi descoberto por três mosqueteiros apanharam-no e levaram-no a presença do capitão trevil. Dartacão estava com medo de trevil,mas quando o capitão o viu reconheceu-o e perguntou-lhe o que estás aqui a fazer? Dartacão respondeu-lhe quero ser mosqueteiro da rainha, tinha uma carta do meu pai para lhe entregar, mas uma pessoa com bigode preto roubou-ma trevil disse: não faz mal e ficou muito feliz, contou-lhes todas as aventuras que passou com o seu pai dartacão, pediu-lhe então uns binóculos, logo viu a pessoa de bigode preto.Correu atrás dele com ajuda dos três mosqueteiros , apanharam-no. levaram-no a presença do capitão. Dartacão ficou como aprendiz por um ano, passou um ano e dartacão tornou-se um grande mosqueteiro e já estava casado com a linda jovem,chamada julieta, tiveram dois filhos que lhe puseram o nome rosa e miguel. Os três amigos e dartacão venceram os mosqueteiros maus e assim ficaram conhecido com o lema um por todos e todos por um..

a vida na selva
Na selva vivia uma família de leões e todos os outro animais tinham respeito por eles. Um dia nasceu uma nova vida, era um pequeno leãozinho, todos os animais ficaram felizes. Quando ele cresceu queria conhecer outros lugares,mas o seu pai não queria , um dia de manhã cedo fugiu ,e fez muitas aventuras. O leãozinho estava a tomar banho, numa cascata, de repente ouviu um barulho: eram: um elefante e um macaco, o leãozinho fez novas amizades, eles eram muito divertidos . enquanto brincavam apareceu uma leoazinha e ele ficou muito feliz, por encontrar mais uma amiga. Mas enquanto conversavam descobriu que era filha do inimigo do seu pai. Os dois: passado um tempo ficaram namorados. Mas um dia as mães viram os dois e separaram -nos . Na outra parte da floresta seus pais andavam a luta. O pai dele morre, ele teve de se tornar o novo líder para a sua manada. Mas andava sempre a pensar na sua amada, ,um dia foi-se encontrar, com ela às escondidas, ela disse que o amava. Um dia voltaram a encontrarem-se, ele disse-lhe que ia pedir a sua mão a seus pais. Mas ela , ficou muito preocupada, por saber que seu pai tinha morto o pai do seu amado.quando leãozinho se aproximou o leão vinha para o matar,mas o leãozinho que já era crescido, lutou contra o inimigo do seu pai e matou-o. E assim as suas famílias juntaram-se, algum tempo depois os leõezinhos tiveram um filho que lhe puseram o nome de simba.

Quando repentinamente tudo muda
Era uma vez uma tartaruga que tinha 100 anos de idade e vivia no mar até que um dia foi apanhada por os pescadores por causa da sua idade. Ela gostava de estar com as suas amigas quando passou uma coisa que mudou a sua vida para sempre. Passou quando ouviu um motor de um barco e viu pessoas a falar que iam atirar uma rede de pesca mas quando deu conta estavam a persegui-la. A tartaruga tentou nadar rapidamente mas o barco andava mais rápido e a rede estava mais próxima. Em segundos a tartaruga estava a subir para superfície e chegou a um sítio cheio de humanos e assustou-se. Esta estava com dificuldade em respirar e os pescadores puseram-na numa bacia cheia de água até que chegaram a um local de animais. No princípio a tartaruga ficou triste por estar num novo habitate tinha medo das pessoas que olhavam para ela. A pobre tartaruga estava sempre com esperança de voltar para o mar, de modo, a estar com as suas queridas amigas. Um dia, um menino estava a olhar durante muito tempo para a tartaruga e pediu aos pais para a comprarem.
De imediato, o menino pegou na tartaruga, e ela ficou com imenso medo. Quando chegou à sua nova casa, o menino deu-lhe um nome. Passou a ser chamada por Esperança. A partir desse momento, a tartaruga nunca tinha sentido o carinho de um humano, pois o menino estava sempre com ela a brincar e a dar festas. A Esperança compreendeu que ali era feliz. Percebeu que nem todos os humanos são maus como os pescadores.
No Verão o menino levou a Esperança à praia. Repentinamente apareceu uma tartaruga que veio do mar e a Esperança foi ter com ela. Era a sua amiga a contar as novidades que ocorreram no fundo do mar. A Esperança matou a nostalgia de casa ao saber que estava tudo bem. Depois da conversa, foi ter com o menino, pois era a sua nova família.
A aldeia de
Cujó
Eu estou a
contar o que sei da aldeia de Cujó e o que eu vejo com os meus olhos. Eu gosto
muito desta aldeia chamada Cujó que se situa no concelho de Castro Daire, onde
tenho família lá a viver e amigos vizinhos, onde passo também as minhas férias,
quando posso vou lá. Cujó tem paisagens muito bonitas, eu gosto de ver os montes...têm
várias cores, flores, campos verdes e árvores com frutos na primavera. Vejo as
folhas a cair no outono e no inverno cai muita neve. A aldeia ainda tem muitos
habitantes, tem também animais como ovelhas, burros, vacas, cabras, coelhos, galinhas
e abelhas. Cujó tem uma igreja com um sino que toca com um som bonito de se
ouvir, tem um cemitério e também uma escola primária que já não está a funcionar,
tem lojas de animais, um campo de futebol, um café, tem também bocados de terras
para as pessoas plantarem e tem uma junta de freguesia que faz alguns
trabalhos. Temos pessoas que trabalham na construção civil tem uma pedreira e tanques
com água, ainda tem coisas antigas que uma pessoa pode utilizar e há pessoas
que vendem mel e vinho.
Em Cujó há
uma festa do senhor Da Livração no mês de agosto, no alto da serra onde as
famílias fazem o piquenique...um ritual que os deixa alegres mas importante
para mim é que lá passei todas as férias desde que me lembro, fico muito feliz quando
vou lá e guardo as recordações que são muito importantes para mim, são da minha
avó materna, que já partiu, gosto de ir à aldeia recordar todos os momentos que
passei com ela e com a família que eu amo e respeito. Adorei partilhar convosco
o que sei da aldeia de Cujó.
- Uma Aventura
Esta história
começa assim...
Num dia de
primavera houve uma festa de máscaras no castelo onde vivia uma princesa
chamada Margarida, que já estava farta de estar no castelo e não saía nunca por
causa da dificuldade do coração, mas também devido aos seus pais, que não
deixavam sair porque tinham medo que ela desmaiasse...isso já tinha acontecido
muitas vezes.
Ela um dia
lembrou-se de aproveitar a confusão da festa para sair de lá e conhecer outro
mundo desconhecido, esse dia chegou muito rápido. A princesa Margarida
preparou-se para ir à festa, mas antes pediu ajuda à amiga serva chamada Inês
para conseguir sair do castelo à meia noite, a essa hora deitavam os foguetes e
assim não davam conta de elas saírem pela porta de serviço. Quando chegaram à
porta de serviço a Inês perguntou - "posso ir contigo para te ajudar a
conhecer a cidade?"
A princesa
Margarida disse - "sim podes vir, vamos pedir um coche mas antes por favor
podes chamar-me apenas Margarida fora do castelo, não quero ser encontrada tão
rápido.
A Inês disse que
sim, então foram para o coche para começar a aventura, mas antes a Inês pediu
para passarem em sua casa, pois já não visitava a família há muito tempo.
Quando chegaram, a
família ficou surpresa ao ver que a filha vinha a acompanhada pela princesa do
reino, mas Inês pediu para não contarem a ninguém...pois a princesa queria
conhecer outro mundo fora do palácio...
Passadas algumas
horas seguiram viagem a cavalo, sem destino, mas entretanto no castelo havia um
grande alvoroço porque a princesa tinha sumido, então os reis pediram ajuda aos
guardas para irem à procura dela, e assim foram...
A meio do caminho
começou a chover muito e por sorte a princesa e a amiga serva encontraram uma
gruta, abrigaram-se e fizeram uma fogueira para se aquecerem...mas ficaram com
muito sono e adormeceram...de repente um jovem entrou na gruta e tocou nelas,
elas ficaram assustadas com o rapaz, que perguntou o que estão a fazer ali
sozinhas - "estamos a abrigar da chuva", e ele "mas não
perguntei isso só queria saber de onde vêm" e elas disseram "somos
dos lados de uma aldeia vizinha", o rapaz perguntou "posso saber os
vossos nomes? o meu é Zé e sou filho de um general do rei", elas respondem
"nós somos Margarida e Inês".
O Zé perguntou se
podia ficar com elas e elas disseram que podia ficar até o sol nascer.
Amanheceu e lá fora tinha uma belíssima paisagem, o céu estava azul e com
nuvens brancas de formas diferentes. Eles decidiram sair da gruta juntos e
ficaram admirados com o que estavam a ver, e começaram a correr até ao campo de
rosas, mas a meio a Margarida sentiu-se mal do coração e pediu ajuda. Aos
gritos Inês olhou para trás e perguntou "o que se passa Margarida?" O
Zé perguntou a Inês se já sabia que a Margarida sofria do coração e ela disse
que sim, então o Zé colocou a Margarida sentada numa rocha para não se cansar e
ficaram lá a ver a paisagem.
Quando vinham
embora, apareceram os guardas do castelo para levarem a princesa aos reis...o
Zé muito aflito perguntou - "porque não me contaste a verdade!" -
Margarida responde que queria ser uma pessoa normal...e seguiram caminho.
Quando chegaram ao
castelo, os guardas levaram os 3 à presença dos reis e o rei perguntou à sua
filha quem era o rapaz. Ela responde "é um amigo que me ajudou muito"
- e o Zé respondeu ao rei que era filho do general. O rei permanece sério e diz
"fico agradecido pela ajuda que deste à minha filha, mas tenho de te
castigar".
O Zé, sem medo
disse que assumia as ordens do rei. Apesar da serva Inês ter ajudado a princesa
por amizade, também iria ser castigada.
Então o rei decidiu
castiga-los - " tu filha mando-te para os teus aposentos e não sais de lá
até eu mandar, tu serva vais ser posta na cozinha real e não podes ver a
princesa, e por fim, rapaz eu chamei o teu pai para ele te dar o castigo que
decidir e não podes entrar no castelo"...e assim.
Passado um mês, a
princesa pediu ao seu pai para ver os seus amigos e o rei respondeu - "com
uma condição...não sais do castelo sem a minha autorização" e ela disse
que sim, então o rei chamou a Inês para voltar a ser a serva da princesa.
Depois, o rei chamou ao castelo o Zé e o seu pai, para oferecer a mão de
Margarida.
Zé olhou para o pai
e sorriu, a princesa desceu as escadas e após ouvir a conversa disse que
aceitaria tal pedido. E assim aconteceu. Casaram, tiveram
dois maravilhosos filhos e a serva e amiga Inês passou a dedicar todo o seu
tempo aos pequenos príncipes. Viveram os cinco no
castelo, felizes para sempre.
A história do Zorro
Numa ilha
necessitavam de um herói, porque um dia um grupo de soldados apoderou-se e
começou a pedir os impostos aos habitantes mas, alguns não conseguiam ter dinheiro
suficiente para pagar. Os soldados lembraram-se de começar a bater com chicotes
e a queimar as casas das pessoas que não pagassem os impostos a tempo.
Uma pessoa
mandou uma carta secreta ao seu filho, a contar o que se passava na ilha e ele
disse que quando acabasse os estudos em Roma que ia voltar para sua terra
natal. A pessoa que mandou a carta ficou muito feliz.
O Rapaz da
carta fez-se a caminho da ilha, ele chama-se Moisés, quando era pequeno foi
viver com a tia para estudar.
O barco
chegou à ilha e o Moisés desejou e ficou de boca aberta com aquilo que estava a
ver e a pessoa que mandou a carta chegou ao pé dele...era o seu pai todo magoado
porque teve ajudar as pessoas. Ele chama-se Henrique e Moisés deu um grande
abraço muito apertado ao seu pai e foram para casa a pé e pelo caminho pensou
como poderia ajudar os habitantes da ilha a passar pela igreja - "já tenho
uma ideia! posso ser um herói" e quando chegou a casa disse ao seu pai que ia descansar,
foi direto ao seu quarto ver se a estante de livros ainda estava lá no mesmo
sitio, a estante escondia uma porta mágica que só Moisés sabia qual o livro que
abria a porta que leva a uma gruta, onde tem dois grandes amigos, um amigo
surdo chamado Ricardo e o seu leal amigo cabalo negro.
Moisés pediu
ajuda para derrotar os soldados e os amigos disseram que sim.
Moisés fingiu
estar tonto frente à família para os soldados não saberem que ele era o herói
chamado zorro.
O zorro
gostava de deixar uma marca com a forma de Z mas quem tinha essa marca mais
vezes na roupa era o soldado mais gordo do grupo e as batalhas eram de principiantes.
Mas um dia
numa batalha contra o chefe dos soldados apareceu uma linda rapariga que
distraiu o zorro e ele foi atingido no coração com a espada, os amigos foram
rápido ajudar e levaram o zorro para a gruta. Os habitantes perguntaram: "como
vamos fazer agora?". O chefe dos soldados disse aos habitantes: "ainda sou eu
que mando na ilha" mas a sua filha chamada Rosa disse ao seu pai podes parar
com isto, e o seu pai deu-lhe uma grande chapada na cara, até caiu ao chão e
pediu ao empregado para a levar para casa. As restantes pessoas também se
retiraram dali.
Passou três
dias do acidente do zorro, este acordou e com olhar apaixonado, disse: "como se
chama aquela rapariga?!". Ricardo respondeu: "Rosa", mas não te convém aproximares
porque ela é filha do chefe dos soldados. O Moisés disse: "não posso acreditar
mas agora tenho que ir para casa se não os meus pais vão ficar preocupados, amanhã
volto" - quando foi para o quarto encontra os seus pais, ficaram de boca
aberta. O Moisés ouviu um sermão - "porque não nos contaste que eras o
zorro filho?" - passou umas horas a explicar aos pais os motivos dele para
atuar assim.
O grande dia
chegou ao fim dos maus feitores, o Moisés foi ter com os seus amigos à gruta
mas desta vez ia acompanhado pelos pais, vestiu o fato e saltou para cima do
seu leal cavalo negro e caminhou pela praça, mas antes foi buscar o seu amor.
Chegou a casa dela e mandou umas pedras contra a janela do quarto e ela perguntou
"o que queres?" - eu sou o zorro, pela primeira vez que te vi, apaixonei-me
logo, então prenderam uma corda na esquina da cama e a outra parte enrolada na
cintura e foram juntos para a praça. Quando chegaram lá os soldados estavam a
fazer das suas, de imediato saltaram do cavalo, começaram a lutar contra os
soldados mas de repente apareceu o chefe e a Rosa escondeu-se atrás das pessoas
(as pessoas como os soldados ajudaram muito para o zorro acabar com o líder).
Chegou o fim
do dia, o zorro e o chefe ainda estavam a lutar, foi a luta mais difícil para o
zorro, mas por sorte conseguiu acertar no coração do chefe...ele chamou a filha
e pediu desculpa pelos maus momentos que fez passar a esta ilha e aos seus
habitantes...e assim partiu em paz.
Um mês passou
e a ilha estava mais linda, havia um casamento - da Rosa e do Moisés. Os habitantes
e os amigos e familiares reuniram-se na praça para festejar esse momento e
todos os que moravam na ilha, até os soldados que estavam a arranjar os
estragos ficaram felizes.A união faz a
força.

Esta história fala de um rapaz que perdeu a família.
Miguel teve
um triste destino, que foi perder os seus pais aos 11 anos após um assalto que
aconteceu em sua casa, sem que o Miguel percebesse o que se tinha passado. O
quarto do rapaz estava no segundo andar e os pais estavam no andar de baixo, na
sala a tratar de papelada da empresa de construção. Estava tudo bem...mas de
repente ouviam-se janelas a partir, eram seis homens mascarados, parecia que
andavam à procura de um documento... Encontraram o que procuravam junto aos
pais do Miguel, usaram de imediato violência para conseguirem os
documentos...entretanto o casal começou a gritar e os vizinhos ouviram e chamaram
a polícia.
A autoridade
chegou tarde demais...os pais do Miguel já não estavam com vida...a polícia fez
uma ronda na casa para ver se havia lá mais alguém, e encontraram o pequeno
Miguel a dormir. Levaram-no para o carro da polícia e quando chegaram o rapaz
acordou no gabinete da esquadra, de imediato perguntou - "o que faço aqui ? ",
o chefe da polícia disse - " os teus pais tiveram um acidente em casa,
precisamos de fazer-te algumas perguntas" e o Miguel começou a gritar "não acredito
em nada do que vocês dizem" mas o polícia disse ao rapaz que era a verdade e
que iriam encontrar alguém para cuidar dele.
Passou um
dia, o Miguel encontrava-se mais calmo e consciente de tudo o que tinha
acontecido. Estava a chegar o dia do funeral, o policial tinha oferecido ajuda ao
rapaz deixando-o ficar em sua casa.
O Miguel
chorou de tristeza...
No dia do
funeral o rapaz despediu-se dos seus pais com muita fé e amor.
Algumas
horas depois, o polícia levou-o para a associação de menores...quando chegaram
lá, entregou o rapaz a uma funcionária que lhe mostrou o seu quarto, onde tinha
outros meninos. Miguel viu os outros miúdos e ficou um pouco melhor, o polícia
despediu-se "adeus rapaz! Até qualquer dia, espero que corra tudo bem contigo".
Passou algum
tempo e foram para o refeitório jantar, o rapaz ficou muito surpreso ao ver a pobreza
que os meninos passavam.
Às nove era
a hora de todos se deitarem porque amanhã tinham de se levantar às sete horas
da manhã para fazerem as limpezas do dia antes de irem estudar. Não tinham tempo
para brincar, algumas funcionárias eram muito más e castigavam com objectos ou
com as próprias mãos.
O rapaz
decidiu abandonar a associação, pediu ajuda aos seus amigos para saltar o muro
sem ninguém o ver...e assim foi. Correu tudo bem, do outro lado o Miguel
começou a correr para não ser visto, quando deu conta já estava a anoitecer, estava
cansado e com alguma fome. Com o dinheiro que restava comprou um pão grande e
partiu a metade para arrumar na mochila para mais tarde. Comeu a outra metade muito
rápido, encontrou um banco de jardim para se deitar mas estava muito frio. O Miguel
teve a ideia de arranjar um pouco de cartão para se tapar, assim passou a noite...até
que muitas pessoas começaram a aproximar-se para verem o que se passava.
O rapaz
comeu o resto do pão e aproveitando a multidão teve a ideia de cantar. Procurou
alguma coisa para fazer ritmos, até que encontrou latas de sumo no chão e dois
paus de uma árvore. Começou a fazer um mini concerto perto de uma fonte de água
e teve muito sucesso, ganhou muito dinheiro, conseguiu assim apanhar um
autocarro.
Foi direto à
polícia para contar o que viu na associação. Todos perguntaram o motivo de ele
ter escapado de lá. O Miguel contou todos os pormenores e disse que não queria
voltar. Mas um dos polícias tinha uma novidade para lhe contar - "apareceu um familiar
teu, eu vou ligar para ver se pode ficar contigo". O Miguel agradeceu ao
polícia. Passado alguns minutos, o polícia já tinha uma resposta " A tia Isabel
vem buscar-te".
O Miguel ficou
muito feliz, quando viu a tia...ambos ficaram de boca aberta, pois nunca se
tinham conhecido. Foram juntos
para casa, o rapaz conheceu o resto da sua família e assim viveu feliz para
sempre.

Vou partilhar convosco algumas das dificuldades que fazem parte da minha vida, neste caso vou falar da minha visão e equilíbrio.
Este
problema já o tenho desde pequena, mas não dava tanto valor como agora que já sou
adulta e já posso pensar por mim mesma, mas reparei que não é fácil viver sem a
ajuda da minha família, no entanto eu tento não contar com ninguém...mas por
causa da minha visão não dá.
Há pessoas
que não percebem que não é fácil estar no meu lugar, eu vou tentar explicar o
que vejo com os meus olhos .
Os meus
olhos por sorte ainda vêem, mas só de perto, ao longe é mais difícil,
principalmente coisas em movimento.
Por exemplo,
eu vejo mais ou menos até a uma distância de 50 metros, consigo perceber a
forma dos edifícios, mas tenho muita dificuldade em ver as placas na rua. Ao
perto, por exemplo, não vejo bem as moedas, as letras dos livros ou documentos.
Por favor não
me chamem à distância, é mais difícil para mim distingui-los, quando quiserem
falar comigo venham ao meu encontro, caso contrário só consigo reconhecer pela voz...caso
seja uma voz familiar, não falo com estranhos.
Não ando de transportes
públicos sozinha, tenho medo de me perder, além disso também não tenho equilíbrio
para subir escadas sem apoio, por estes motivos eu não saio de casa sozinha.
Tenho falta
de equilíbrio porque tenho a perna esquerda mais pequena, isto exige de mim um
maior esforço para manter a postura em pé. Sem os óculos vejo tudo muito
desfocado, não aguento muito tempo sem eles.Partilho
tudo isto para que todos os que lidam comigo possam conhecer melhor as
dificuldades do meu dia-a-dia, assim será muito mais fácil comunicarmos.

Coragem para Caminhar
Esta história fala de uma menina que só tinha 10 anos,
chamava-se Fátima. Ela tinha um sonho, poder andar. Teve um acidente de
automóvel e a partir dai não voltou a caminhar.
Um dia, Fátima tinha uma consulta de rotina com o seu
médico, mas ele não estava lá, foi atendida por outro doutor, que lhe disse que
havia uma possibilidade de Fátima poder andar de novo. Fátima reagiu com
espanto...
Sugeriu a hipótese de uma operação à coluna, havendo
possibilidade de voltar a andar...mas também poderia não resultar. O doutor
Carlos alertou que caso a operação resultasse, a fisioterapia ia ser dolorosa,
então deu-lhe uns dias para ela pensar.
Passado uma semana, Fátima decidiu fazer a operação,
ficou marcada para 1 de Março. Ela teria de esperar esse tempo porque era
necessário fazer alguns exames, os pais dela concordaram.
O grande dia chegou...Fátima passou duas horas no bloco
operatório. O doutor disse aos pais que correu bem, foram visitar Fátima ao
quarto mas ela ainda se sentia estranha devido à anestesia.
Depois de recuperar, Fátima estava pronta para começar
uma nova fase, a fisioterapia, ela iria esforçar-se ao máximo para voltar a
caminhar.
Passaram três meses da operação, e tudo estava a correr
bem. Tinha chegado o grande momento de ver se Fátima conseguia segurar-se
sozinha...após algumas tentativas finalmente conseguiu manter-se em pé, deu
alguns passos, naquele momento não acreditava que estava a caminhar. Recebeu
imensos elogios da família e do doutor que lhe disse que teria de continuar a
fisioterapia numa clínica pelo menos 3 dias por semana.
Fátima ficou muito agradecida por ter sido tão bem
atendida pela equipa médica.
Passaram dois anos desde a operação e Fátima aprendeu e
fez muitas coisas novas que até então não seria possível numa cadeira de rodas.
A experiência que viveu possibilitou querer ajudar outras
pessoas com as mesmas dificuldades e ensinar às pessoas o respeito por todos.
Ficou o sonho de ser uma futura fisioterapeuta.

Um sonho realizado
Um dia, uma menina chamada Maria olhou para uma loja de música e viu um piano, foi perguntar quanto custava...
A senhora da loja respondeu "100 euros", mas Maria não o podia comprar. Queria tanto tocar que pediu ajuda à senhora, que lhe disse que sim pois conhecia uma pessoa que lhe podia dar aulas. Maria perguntou quanto lhe custaria essas aulas, ficando imediatamente feliz quando a senhora lhe responde que não teria qualquer custo.
Entusiasmada, Maria pediu indicações. O senhor morava no Porto, num bairro à beira rio, numa casa azul.
Quando chegou a casa do senhor, Maria ficou espantada, era um professor de piano! Depois de se apresentarem, decidiram combinar as aulas, o professor Daniel sugeriu à Maria aparecer no final do dia. Ela não escondeu a sua felicidade.
Na primeira aula, Maria aprendeu as notas musicais e as teclas do piano, o professor queria que sentisse o piano e experimentasse tocar e escutar os sons.
Mais tarde, Maria iria aprender a ler pautas e quem sabe um dia criar as suas próprias músicas.
Passaram dois meses e o professor decidiu que Maria estava preparada para lhe mostrar umas músicas de Mozart tocadas por ela.
O resultado foi emocionante, o professor ficou tão surpreendido que a convidou a participar num concurso de música, ele achou que o mundo merecia conhecer um talento tão bom.
Maria aceitou sem saber muito bem o que a esperava...até que chegou o dia. Ao entrar, viu muitos concorrentes, alguns ensaiavam...Maria sentiu-se admirada e ao mesmo tempo ansiosa perante tanto talento.
Quando chamaram o nome dela, Maria subiu ao palco e sentou-se ao piano...tremia por dentro...mas a magia das suas mãos deram vida ao piano. Toda a plateia se emocionou, até os júris, os aplausos foram imensos, pareciam encher a sala inteira.
Passou uma hora e o resultado saiu. Maria nem queria acreditar que o seu nome foi chamado ao palco novamente.
Ela foi a vencedora do concurso e ficou espantada quando lhe mostraram o prémio que iria receber...
Era aquilo que ela mais sonhava um dia poder ter.
Um piano exatamente igual ao que tinha visto na loja da senhora.
A partir daí, Maria nunca mais parou de tocar, feliz e agradecida por num certo dia ter entrado naquela loja com uma senhora simpática.

O meu papagaio Neco
O papagaio veio para casa quando tinha mais ou menos 10
anos, foi o meu pai que o trouxe, foi um presente de um amigo.
Nós tínhamos de dar-lhe um nome, lembramo-nos de uma personagem
chamada Neco que pertencia à série da sic "A minha família é uma Animação".
Nós adorávamos ver a série e assim ficou o nome do meu
papagaio até hoje.
Antes, o Neco subia-nos pelas pernas até ao ombro, também
andava connosco de carro, mas quando tive um gato mau ele ficou um pouco
agressivo e desde então nós não o soltamos muito.
O Neco gosta muito que nós raparigas lhe façamos
festinhas na cabeça e a palavra que usamos é "piolhinho", mas eu só pergunto ao
Neco se lhe posso tocar e ele deixa.
Ele come comida da nossa, come massa, maça, batatas
fritas, amendoins, bolachas, pão e outras coisas que ele gosta. Quando ele quer
comer, começa a fazer alguns sons e nós já sabemos o que ele quer.
As palavras e sons que ele sabe são: "olá", "o quê que queres",
"café", "papagaio", "até amanhã", "Ana", "quer", "obrigado", assobia, chora, ri
e faz outros sons, ou até palavras que ele tenta repetir, como músicas ou
conversas. A palavra que diz melhor é "olá papagaio!".
O papagaio começa a rir-se quando algum homem tenta tocar
nele e afia logo o bico no poleiro para picar.
Ainda tenho medo quando a minha mãe se lembra de o soltar,
ele começa a caminhar mas tem a corrente na pata, nunca a tiramos.
A minha mãe é a única que consegue limpar o poleiro, sem
o Neco a picar.
Eu só consigo mudar a água e meter a comida nas taças, ou
dar a comer no bico, por vezes até o ajudo quando ele está com a corrente
enrolada sem poder mover-se bem. Simplesmente digo ao Neco se posso desenrolar a
corrente e ele deixa.
Gosto muito do meu Neco, ele faz-me companhia, fico feliz
por fazer parte da minha vida.

A VIDA DO CAMPO É MELHOR QUE A VIDA DA CIDADE?!
Era uma vez um gato chamado Tico que adorava aventuras e um dia decidiu abandonar a sua casa e família para conhecer outras cidades porque vivia numa aldeia e já estava farto da mesma rotina. Nessa mesma tarde despediu-se de todos os habitantes e mais importante a sua família. Partiu, no meio do caminho conseguiu entrar no autocarro porque estavam a entrar pessoas para lá e aproveitou a boleia, escondeu-se muito bem. O Tico saiu na última paragem, andou muito a pé e encontrou uma linda gata chamada Bela. Foram juntos apanhar um barco, mas quando estavam a andar pelo barco tiveram uns problemas, porque no mesmo encontrava-se um cão muito grande e quase os atacou. Os gatos foram espertos e esconderam-se na despensa da cozinha. Foram escondidos durante uma semana, aproveitaram a janela para ver as paisagens lindas o Tico e a Bela decidiram-se casar só quando dessem a volta ao mundo juntos. Quando terminou a viagem saíram do barco e lá foram juntos conhecer pela primeira vez uma cidade encantadora - Paris. Enquanto estavam a passear na cidade viram que não era o mesmo que viver na aldeia, viram muitas pessoas e muito maltrato com os animais que viviam na rua. Neste momento eles sentiram saudades da sua família, mas seguiram o caminho...passou seis meses e conseguiram completar a rota do mundo e lá foram falar com as famílias sobre o casamento. No fim do dia conseguiram conhecer os familiares, passado quatro dias o Tico e a Bela casaram e viveram felizes para sempre. Passavam os dias a contar aos seus dois filhos as aventuras da volta ao mundo.

Um Caso
Difícil
Esta é a história de um rapaz chamado Tomás, ele era um detetive e ajudava a polícia a resolver muitos casos, mas um dia, ele começou a procurar pistas de um caso muito perigoso, até que quando descobriu quem foi o assassino, foi atacado na cabeça com uma bengala e desmaiou.
Quando acordou, estava no hospital e o agente perguntou o que se tinha passado. O Tomás respondeu - "não sei, perdi algumas memórias do que passou realmente, mas vou contar o que sei. Fui tentar resolver um caso e consegui, mas com a pancada que me deram na cabeça, esqueci-me de chamar a polícia. Agora vou descansar um bocado" - o polícia retirou-se do quarto, pelo caminho pensou qual seria o caso que o Tomás estava a falar, foi rápido para a sala de ficheiros da polícia, mexeu nas gavetas e descobriu o arquivo do caso, ficou surpreendido pelo interesse do Tomás num caso de tráfico de drogas.
O polícia voltou ao hospital, conversou com o Tomás algumas, entretanto levou-o para casa e ligou aos pais para os avisar que ele ia ficar uns dias com ele.
Passou uma semana e eles ficaram bons amigos, o polícia até lhe disse o seu nome - "Rui", decidiram resolver o caso juntos e cruzaram as informações que já tinham, por sorte viram um mapa que tinha os esconderijos, foram procurar um, até que no último encontraram um armazém com muitas pessoas. O Tomás e o Rui chamaram reforços para entrar, encontram a droga que suspeitavam. Foi um sucesso.
O Rui pediu ao Tomás "junta-te à polícia, tens muito jeito para investigar casos". Tomás aceitou, ficou muito famoso, e assim viveu feliz a ajudar pessoas em perigo.

Três Anjos na terra
Havia uma jovem que tinha o dom de ver o passado
e o futuro, por vezes via coisas muito tristes.
Tinha visões
de pessoas presas em acidentes, via famílias aumentar no futuro, via também uma
Terra com mais prédios e menos natureza, via pessoas em conflito.
Numa noite
de céu coberto de estrelas, surgiu uma luz intensa, desceu à Terra um anjo...veio
mostrar que o dom da jovem poderia ajudar as outras pessoas a viverem em paz,
ela ficou muito feliz por conhecer o anjo.
O anjo disse
que estava cá para a ajudar a fazer o bem e quem sabe um dia tornar-se um anjo
também.
E a jovem assim o fez, tentou ajudar todos os que necessitavam.
Um dia
deparou-se com um acidente na estrada, ela viu um jovem que tentava tirar uma criança
presa no carro, ligou para a ambulância e foi ajudá-lo imediatamente.
Foram juntos
na ambulância, a caminho do hospital e o jovem revelou-lhe que tinha tido esta
visão.
Desta forma,
ela descobriu que existia mais alguém com o mesmo dom, e assim encontrou o amor
da sua vida.O anjo tinha
concretizado a sua missão, juntando os dois jovens para que assumissem o seu
dever na Terra ajudar os outros.

a minha vida de estudante
Eu andei na
escola até ao nono ano, a escola primária - Amieira e a escola de ensino básico
- Mª Manuela Sá.
As escolas
tinham bons professores que me ajudaram a aprender coisas muito interessantes,
mas tive alguns problemas de comunicação com os meus colegas de turma desde o
quinto ano.
Nos
intervalos ficava com os funcionários ou ficava na biblioteca. Passado algum
tempo comecei a ter aulas numa sala, ainda me lembro dos bons bocados que
passei lá com os meus professores e dos meus colegas a cantarem-me os parabéns quando
fiz 16 anos.
Eu tive oportunidade
de conviver com os meus professores numa saída escolar e pude ir a casa de uma
professora de desporto com a turma especial.
Eu gostava
das aulas de educação física, quando os meu colegas iam tomar banho os
professores deixavam-me encestar nas tabelas de basquet no fim da aula.
Ainda me lembro de no quarto ano pintar a
parede com tinta nas mãos, ainda lá estão porque costumo passar pela escola.
Ainda tenho muitas fotografias bonitas de apresentações de peças e das minhas
turmas. Consigo ver a escola pela janela do meu quarto, onde me lembro das
brincadeiras nos intervalos, os professores eram bons, ainda oiço também os miúdos
e a campainha da escola.
É muito bom
ver esta escola ainda a funcionar.
Tenho boas
lembranças, guardei muitas coisas que fiz, objetos, cadernos, capas e muito
mais.
Fico feliz
por ter estudado todos aqueles anos e ter feito as provas de aferição de matemática
e português.
Quero dizer
a todos os pais com filhos especiais para não deixarem de colocar os filhos nas
escolas, por favor é muito importante para este mundo evoluir e respeitar com
igualdade todas as pessoas.

sonho da sereia
Era uma vez no fundo do mar, uma
serena que tinha um sonho. Ela queria ir para a superfície porque um dia viu um
rapaz no navio e ficou apaixonada por ele.
Foi pedir ao pai para subir mas ele
não deixou, então ela foi a nadar até à caverna da bruxa e pediu-lhe ajuda. A
bruxa disse que a ajudava em troca da sua linda voz, então a sereia respondeu "vou
pensar".
Passados alguns dias a sereia disse
que sim, a bruxa de imediato fez a sua magia e a sereia de repente ficou com
pernas humanas. Como ainda se encontrava no fundo do mar, deixou de conseguir
respirar corretamente, então tentou subir à superfície, mas foi puxada por um
remoinho e desmaiou. Quando acordou, estava numa praia...assustada porque nunca
teve contacto de perto com humanos, um rapaz aproximou-se...perguntou à rapariga
como se chamava. Ela tentou dizer, mas não se lembrava que já não tinha voz,
então escreveu o seu nome na areia.
Chamava-se Matilde, o jovem
apresentou-se, era o Manel e foram juntos para o castelo. Quando chegaram, o Manel
tinha a noiva à sua espera, a Matilde ficou triste...ela gostava do jovem. Ao
longo de seis semanas ambos conviveram muito, e também o Manel se apaixonou. Mas
o Manel tinha que se casar com a sua noiva...nesse dia a bruxa veio buscar a
sereia e arrastou-a até o mar e o feitiço acabou, Matilde voltou a ser sereia e
o Manel ficou surpreendido.O pai da sereia que era o rei do mar
veio ajuda-los e matou a bruxa. No final o Manel perguntou a Matilde se queria
casar com ele e ela disse que sim, tiveram a permissão do rei, e ficaram juntos
e felizes. A noiva acabou por encontrar outro amor. Passaram 3 meses e nasceu
uma linda sereia chamada Bela, e a Matilde e o Manel ficaram muito felizes, a
festa foi no barco e foi muito animada, até apareceu um arco-íris, no final
todos foram para casa felizes.

Aprender é
ImportanteAndo no
centro desde que me lembro, neste local aprendi muitas coisas importantes, vejo
como os auxiliares e terapeutas ajudam pessoas com limitações. Ajudam no que necessitam,
nos almoços, nos banhos, na mobilidade e no transporte. No centro temos muitas atividades
importantes, eu tenho gostado da forma como me ajudam a evoluir, já aprendi
muitas coisas até agora e estou feliz com os meus avanços.Tenho amigos
de várias idades, alguns deles vivem numa residência. A APPC deu-me muitas
memórias especiais.

A Bela e o Monstro
Numa pequena aldeia, vivia uma jovem chamada Bela, vivia com o seu pai numa pequena casa. Um dia foram à feira. O pai disse à Bela: "espera um pouco, que eu vou fazer um recado e já venho!". Mas passaram muitas horas e o pai não chegava. A Bela estava preocupada e perguntava às pessoas se viram o seu pai. Uma senhora respondeu: "sim! foi para os lados da floresta". A Bela agradeceu, pegou na sua carroça, foi a correr..., mas estava a anoitecer, de repente ouviu um som de uma carroça, foi ver se era do seu pai. A carroça era, mas o seu pai não estava lá. E de repente viu uma grande casa, com uma pequena luz, estava escondida por uma cascata. Quando Bela entrou começou a perguntar: "vive aqui alguém?". De repente umas pequenas vozes responderam. A Bela ficou assustada e começou a gritar, uma voz lá do fundo respondeu: "que se passa na minha casa?" A Bela disse: "ando à procura do meu pai". De repente aparece-lhes um Monstro e ela desmaiou. Quando ela acordou o Monstro levou-a a ver o pai e ficou muito feliz. Mas o Monstro disse que eles não podiam sair da casa. A Bela perguntou: "posso ir buscar remédio para o meu pai tomar?". O Monstro respondeu: "sim, mas só tens 2 horas, se não voltares nunca mais vês o teu pai!". O Mostro emprestou um cavalo para a Bela ir à aldeia, comprar a medicação. Quando chegou a casa, deu conta, de a estarem a seguir, eram os habitantes! Traziam archotes, paus, e foram a correr atrás da Bela. Quando ela chegou a casa os aldeões já lá estavam, atacar o Monstro. A Bela ficou triste, e foi defende-lo, mas eles eram muitos e o Monstro ficou ferido. A Bela ajudou o Monstro a ir para o seu quarto e deitou-o na cama, e ele ficou muito feliz, e disse: "o teu pai está livre!", a Bela ficou muito alegre. No entanto o Monstro disse: "quero que fiques aqui comigo!". Bela pensou um pouco, "sim fico para te mostrar que o interior é mais importante que o exterior!". Juntos fizeram muitas coisas, como brincar na neve, jantar juntos e passear à beira da cascata . O Monstro e a Bela estavam muito felizes. Mas numa noite apareceu uma bruxa, foi ela que fez o feitiço ao Monstro. A Bela perguntou: "como posso ajudar o Monstro?". A bruxa disse: "tens que dar um beijo de amor!". A Bela deu, e a magia aconteceu, o Monstro transformou-se em um lindo jovem. Todas as pessoas que viviam, naquela casa, voltaram ao normal e a casa ficou mais linda, a Bela e o jovem casaram e viveram felizes para sempre.

A história do zé
Um dia um rapaz chamado Zé,vivia numa aldeia, e tinha o sonho de estudar medicina, mas para isso tinha que ir para a grande cidade estudar. Os pais eram muito pobres, não tinham dinheiro para pagar os estudos, nem para o autocarro. Mas o Zé começou a trabalhar no café da aldeia. Passado três meses conseguiu juntar dinheiro,para o autocarro para ir para a faculdade de medicina. Quando chegou à cidade ficou admirado com os prédios altos, depois foi pedir ajuda ao director para encontrar um lugar para morar. O director arranjou-lhe um quarto, mas tens que dividi-lo! o Zé aceitou quando chegou ao quarto, ficou feliz porque podia pedir ajuda quando fosse necessário ao colega que era mais velho. As aulas do Zé começaram e ele fez muitas amizades boas. Com o passar do tempo terminou os estudos, e começou a trabalhar no hospital. Os primeiros meses foram difíceis para o Zé.Com o passar do tempo o zé habituou-se,criou amizade com uma colega de trabalho chamada Rita.Com o tempo os dois começaram a namorar. o Zé foi visitar os pais para lhe apresentar a namorada, os pais ficaram felizes. passado uns meses os pais do zé e da Rita começaram a preparar os convites para o casamento. Um sábado o zé e a Rita casaram, viveram felizes continuaram a trabalhar no hospital, a salvar vidas com ajuda de outros médicos. Assim o zé concretizou o seu sonho.

Adoro nadar
Eu andei na piscina desde pequenina, na appc. quando já andava na escola , ia para as piscinas de São Mamede de infesta, a minha mãe acompanhou-me ,sempre nas idas à piscina.Agora ando na piscina de Custóias, a minha mãe, não só me acompanha como , faz a aula comigo e adoro, nadar, brincar na água com a minha mãe . Agora só vou à piscina uma vez por semana à quarta-feira.A minha mãe já fez muitos progressos, com a minha ajuda,já sabe nadar um pouco e brincamos sempre com barra flutuante, com pranchas e temos lá máquinas,para fazer todos os exercícios. é a hora que eu mais gosto. Quando faltam alguns minuto para acabar a aula, poĕm uma música relaxante, eu e a minha mãe dançamos como todos os que estão a fazer aula. Quando vou de férias para cujo,que é aldeia dos meus pais, vou para a piscina dos meus avós paternos com a minha família e assim passo as minhas férias.

Mulan e sua aventura
Numa pequena cidade, vivia uma jovem chamada Mulan, ela não se queria casar com um desconhecido. O seu pai era um soldado e um dia chegou um mensageiro da China, trazia uma carta para o seu pai ir para a Guerra, na segunda-feira às 6 da manhã. Quando chegou o dia, Mulan foi ás escondidas buscar as armas do pai. Pegou no seu cavalo e correu até ao acampamento, já com roupa de militar e cabelo cortado. Na casa de Mulan os pais e a avó ficaram preocupados, mas era pior se contassem a verdade, podia ser morta. A Mulan chegou ao quartel e mudou de nome para não ser descoberta. Fez três amigos no treino, e conheceu o capitão. Quando acabou o treino seguiram até à montanha. No meio do caminho fizeram um acampamento, ao lado havia um riacho, Mulan teve a ideia de ir tomar um banho , de repente os amigos também entraram na água e assustaram a Mulan, porque os amigos não sabiam que ela era uma mulher. Mulan deu um grito para os amigos saírem da água. A Mulan foi para a tenda e o capitão disse que às sete da manhã tinham que se juntar para uma missão. A missão consistia em matar o assassino da China, mas houve uma emboscada e Mulan levou um tiro. O capitão foi ajuda-la, mas ela não queria que ninguém lhe tocasse, ele chamou o médico. Quando o médico chegou, rasgou o fato da Mulan descobriu que ela era uma jovem e contou ao capitão. Ele ficou chateado, todos foram para o império, para falar com o imperador. Na viagem o capitão apaixonou-se por a Mulan. Quando chegaram ao destino, o assassino estava a ameaçar o imperador. Mulan e os amigos ajudaram-no a proteger do assassino. O imperador salvou a China, com ajuda de Mulan e seus amigos. O imperador condecorou Mulan e seus amigos com uma medalha. O capitão foi a casa da Mulan para conhecer a família, pedir autorização para namorarem. Eles viveram muitas aventuras juntos para salvar a china.
